25.9.07

but the powers that be let me here to do the thinking

powderfinger é a canção. felipe cantou uma vez com o kid vinil, inclusive, nos idos de 1994.

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o tempo doido dessa cidade deixa todo mundo maluco. verão no final de semana, inverno na terça. tem coisas que só a semp toshiba mesmo.

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ontem a entrevista do mano brown foi massa. júlia também gostou

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a foto de hoje é o herbie com um minimoog nos setenta.

24.9.07

momentos fantásticos

no campeonato mundial de títulos de post de blog, eu certamente não passaria nem na porta.

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o blog de cris, é sempre uma referência.

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sabado passado o outro eu toquei aqui em sp com o river raid. foi massa, apesar de cedo e de a gente poder ter feito um segundo ensaio pra ficar ainda mais entrosado. mas foi massa. tocar o rock é sempre bom. e na quinta tem eu de novo, com lulina e os causadores, tocando velvet no milo garage. e o big muff impera.

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a foto das leias é ótima, mas essa do darth vader hello kitty é melhor:

7.9.07

Grandes certezas da Vida, n. 34:

Sempre haverá alguém mais doente do que você

(esse post foi editado, porque tinha uma foto, que sumiu. aí eu botei de novo, mas se ela novamente sumir, é qualquer foto desse site aqui)

30.8.07

Coisas da noite paulistana

A pousada Lima apresenta essa semana um espetáculo musical:




uou!!

20.8.07

bom dia meu povo!

é o que lhes deseja o missionário josé!

お早よう!

19.8.07

hoisting the jolly roger

vejam esse momento sublime do beatle calado:



genial

12.8.07

contra fatos não há argumentos

+ por mais besta que possa ser uma música que paul mccartney consiga compor, ela vai grudar na sua memória em um mínimo de audições sem que você possa fazer nada a respeito.

+ você sabe que está ouvindo reggae demais quando você começa a viajar no estilo diferente de cada deejay (que na cultura jamaicana corresponde ao 'mc' do rap), e a construir argumentos de porque o Prince Far-I é mais isso ou menos aquilo do que o I-Roy.

8.8.07

musica de doido



quem puder ir, vá por mim!

3.8.07

up against your will

eu esqueci o que eu ia escrever, mas hoje eu achei uma foto massa do burning spear. atual:
jah no dead

28.7.07

a galinha mais bem-vestida da cidade

a culpa de eu gostar tanto de reggae como eu gosto é de duas pessoas. uma é tânia belo, que foi minha professora de solfejo e regente do bento de núrsia quando zé renato teve de sair. numa festa na casa de ana luiza, no janga, na época em que se botava som em festa com fita cassete, ela levou uma de reggae que eu ouvi e peguei emprestado. até então 'reggae' era apenas uma música engraçada do jimmy cliff - reggae nights - e uma ou outra coisa que se ouvia aqui e ali. eu não sabia que o police e o paralamas e muita coisa do rock dos anos 80 era totalmente influenciada pelo reggae, note-se bem. é verdade que tinha 'teerã dub' e 'marujo dub' na minha fita cassete do alagados, e 'don't give me that' lá no final do bora-bora, mas a ficha ainda não tinha caído, digamos assim.

nessa fita da tânia havia várias músicas do 'survival' como 'wake up and live', que me chamou atenção por causa do baixo, 'ambush in the night', e músicas do eddie grant - electric avenue - e do desmond dekker. pirei o cabeção. é aí que entra a segunda pessoa, que me deu os meus dois primeiros discos de reggae, por mais incrível que possa parecer, ninguém menos que a minha avó, dona elsa de jerusalém.

ela me deu - a contragosto, diga-se - justamente o mesmo 'survival', e uma coletânea de singles do wailers pré-island chamada 'riding high', que tem versões - melhores, inclusive - de alguns clássicos. depois disso, foi ladeira abaixo, principalmente depois que eu comecei a conviver com felipe vieira, que também é outro regueiro guerreiro. pra celebrar tantos anos de natty dread, um link de um site com muita informação sobre títulos do gênero, o roots archives. um vídeo, do homem que é sinônimo de dubwise, king tubby:



e a melhor capa de disco de reggae de todos os tempos. 'the best dressed chicken in town' do dr. alimantado:



20.7.07

tudo começa e tudo tem um fim

e eu finalmente acabei o disco do folia de santo, que ficou, modéstia a parte, muito bom. em breve em algum lugar perto de você. de qualquer forma tem o link do blog aqui do lado, acho que assim a alê atualiza pra gente...

hoje eu tb vi a seguinte foto no facebook, que é tipo um orkut mais bonitinho e onde as pessoas ainda não infernizam a vida dos outros, e a programação tem menos bugs. essa foto foi tirada pela mesma pessoa que colocou-a online, minha grande amiga mancuniana holly prest. que na verdade nasceu na escócia, mas morou a vida toda ali pelo meio da inglaterra. bebe direitinho, inclusive.



essa foto é de um show da parafusa num lugar que eu não me lembro se se chamava hype ou vibe, ou alguma coisa parecida, onde inclusive o diversitrônica tocou uma semana antes ou depois. Foram dois shows bem legais, no clima 'só pra amigos'. esse da parafusa inclusive foi no mesmo dia do lançamento do disco 'Responde a Roda Outra Vez', que aconteceu na Torre Malakoff, e que eu também gravei e co-produzi com Sandroni. ainda no mesmo dia aconteceu um show do Gregory Isaacs que eu perdi, burramente.

no momento acima retratado, estamos executando 'não ria de mim', uma das minhas músicas favoritas do conjunto. reparem no meu estilo 'mão-no-bolso-e-cerveja', de cantar. coisa mais linda. essa canção tem cinco minutos e dez de duração e recebeu uma versão de mônica feijó em seu segundo disco, sambasala. foi lobby meu, mas os meninos merecem mesmo. a gente até tocou ela ao vivo em um show do sesc pompéia, com direito ao chico sá cantando do começo ao fim (na platéia).

e nisso já se vão aí uns três anos. e a poupança bamerindus já era.

8.7.07

i suppose i could collect my books and get back to school

resolvi testar uma parada com duas cachorradas



rod pré-coxismo, ron pré-stones



winston legpie mostrando que o mundo poderia ter se beneficiado de carreiras-solo bem administradas.

29.6.07

i will lose my mind and you won't see me

quem leu um pouco, sabe que 90% das linhas dos beatles foram gravadas com o rickenbacker que o paul ganhou da própria rickenbacker numa das primeiras turnês dos beatles pelos estados unidos. mas o próprio paul disse que em imagens em geral, ele sempre usou o seu höfner viola, pois era a sua identidade visual, bem como (nas palavras dele) o chapéu-côco e o bigodinho do carlitos. alguns espertinhos desatenciosos normalmente comentam que ele comprou esse baixo porque era um baixo de corpo simétrico, portanto mais fácil pra um canhoto tocar, mas isso é um ledo engano, pois qualquer um percebe observando uma foto que o baixo do paul era totalmente invertido, os controles ficavam do lado de baixo das cordas, do jeito que deve ser. ele tem uma epiphone casino de destro, mas isso já é outra história.

de um modo geral, os instrumentos da höfner antigamente não eram muito caros, por isso que o paul mccartney, que na época já era pão-duro mas ainda era liso, investiu no violinha. que a höfner ainda fabrica, inclusive. mas outras empresas, como a epiphone, também tem um modelo parecido. e alguns fabricantes, como a johnson, fazem uma réplica muito boa. e barata. e que a gente paga caro por causa da porra da reserva de mercado.

28.6.07

eu acho o seguinte

depois de ouvir algumas vezes, eu cheguei a (eu não achei uma crase aqui no teclado) seguinte conclusão: um disco do wilco em que o melhor é o guitarrista (no caso o nels cline), é um indício de que jeff tweedy está muito preguiçoso. eu sei que outro being there, se vier um dia, não vai vir tão cedo. mas vamos trabalhar, minha gente.

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cada vez que eu ouço o carlos paredes tocando eu me sinto um bosta de não ter conhecido antes. e de não ter comprado todos os discos dele das vezes em que eu fui a portugal.

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que o mundo teria se beneficiado de uma carreira solo consistente do syd barret

20.6.07

gang do janga

eu não sei porque eu me lembrei desse nome agora, mas foi muito engraçado a abertura do mauritzstadt em recife, com o show dessa banda. e agora a preguiça de escrever bateu. e o show da graforréia foi muito foda.

9.6.07

o que se faz, o que se paga

eu estou quase terminando o disco do projeto coletivo chamado 'folia de santo', que eu co-produzi junto com alessandra leão e juliano holanda, o beto mix. tá ficando um disco bem bonito de canções devocionais. mas também está dando um certo trabalho. é só voltar no tempo e ver quando foi que eu escrevi o primeiro post sobre gravar o folia, faz um tempo da porra.

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aparentemente, o nome atual de mendigo é 'pessoa em situação de rua'. acho que isso limita todas as situações que podem se suceder ao sujeito na rua a uma só. se não for igualmente desrespeitoso, acho que é pelo menos mal-concebida, essa nova alcunha. não sei se isso foi o que influenciou o tema / título de uma música do Tom Bloch, mas a música é legal. e se chama 'situação de dança'.

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de qualquer modo, 'só as pessoas em situação de rua salvam o praneta' simplesmente não tem o mesmo impacto. certamente não consultaram o daminhão.

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no overmundo, tem uma entrevista massa com o egberto gismonti. e outra com o marcelo birck. pelo menos pra você ouvir os mestres falando a internet serve.

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e já que o assunto são os mestres da música, quinta feira teve show de tony da gatorra no milo. com mais o guilherme barrella e o sérgio do debate nas gatorras extras. momento sublime.


7.6.07

a arte de copiar

estou estreando uma seção de links ali do lado. não vou conseguir levantar tudo o que tinha no layout antigo do blog, acho que eu perdi perdendo mesmo, mas vou tentar botar coisas legais e bacanas para o povo frequentador do espaço.

5.6.07

let's get acquainted with your ampeg bass

quisera eu que isso fosse o começo de um post sobre eu ter comprado um baixo ampeg, um verdadeiro pé-de-cobra no mundo dos contrabaixos. eu até já vi um em londres, da primeira vez que eu fui, na lendária andy's guitar shop - no final da denmark street, do lado esquerdo, é fácil pois a rua consiste em um único quarteirão - mas era o começo da viagem e o bicho custava todo o dinheiro que eu tinha pra comer nos próximos meses. e era de canhoto.

passei na verdade pra jogar conversa fora com o mundo internético em geral. júlia grande viajou, júlia pequena já dormiu, e eu também vou no mesmo rumo em poucos minutos. estou só terminando de curtir a noite caseira que amanhã é um daqueles dias que começam cedo e acabam no outro. mas a gente curtimos demasiado.

aqui na terra da garoa está um frio desgraçado. meu pai mesmo veio passar uns dias e não aguentou. eu mesmo, que não costumo ter problemas com baixas temperaturas, confesso que estou apanhando um pouco. acho que também é porque é diferente você sentir frio num lugar como o continente europeu, onde é frio 75% do ano, e sentir frio num lugar como são paulo, em que todo dia você passa por um pouco das 4 estações. é verdade que em sp você sempre tem que ter um guarda-chuva e pelo menos um suéter na bolsa. o que significa que você tem que andar quase sempre de bolsa, mochila, ou de carro, o que não é o meu caso. mas mesmo um quase paulistano como eu baila às vezes.

quase paulistano sim, mas só quase, porque nem eu nasci aqui, apesar de ter crescido, e até o momento só passei 10 dos meus 31 anos nessa cidade. de modo que eu também sou quase recifense, bem mais até do que quase paulistano. semana passada júlia - grande, por enquanto - me perguntou se eu não me sentia sendo de lugar nenhum. aí eu pensei um instante e disse que sim, que eu realmente não me sinto como sendo de lugar nenhum. e como o meu sotaque é totalmente volúvel, aí é que eu danço mesmo. eu sempre tenho um sotaque de outro lugar.

aí domingo aconteceu uma coisa engraçada, eu fui trabalhar num show de um evento que consiste em uma série de shows - e em uma campanha de marketing bastante endinheirada e transatlântica de uma marca de cerveja - que consiste em um intercâmbio musical entre o brasil e o reino unido. eu não vou dar o site porque aí eu ia fazer de graça propaganda pra quem pode pagar bem, mas o que acontece nesses eventos é o seguinte, um artista do reino unido encontra um artista do brasil, e eles interagem e isso vai pro palco. normalmente, um artista toca, o outro toca, e depois os dois tocam juntos. então nesse domingo especificamente, foram duas parelhas, o rômulo fróes & banda com o king creosote - da escócia - e o gruff rhys - do super furry animals - e o mestre do universo tony da gatorra.

os shows foram muito bons, inclusive eu recomendo bastante todos os artistas aos amigos, procurem e ouçam que vale a pena. o disco novo do tony eu ainda estou mixando, mas vai sair ainda esse ano. existem videocasts desse show, ou pelo menos eles virão a existir.

mas o que foi curioso, foi que o gruff rhys é galês, ele é de bethesda, que é uma cidade perto de bangor - onde eu morei - e grava os discos solo dele na ilha de anglesey, que é do lado de bangor. aí a gente estava conversando sobre as peculiaridades do norte do país de gales, quando eu comentei que tinha ido algumas vezes a bethesda e a blaenau ffestiniog, que é uma das cidades mais malucas que eu já conheci. aí entra em cena o cinegrafista que estava cobrindo o evento, e o camarada é justamente de blaenau ffestiniog. eu já imaginei muitas coisas na minha vida, mas nunca pensei na hipótese de encontrar um nativo de blaenau ffestiniog em são paulo. e pra completar o surrealismo, pouco depois eu passei pela dupla e ambos estavam conversando na sua língua mãe, o galês, que é sem dúvida uma das línguas mais maluquete que existem.

outra coisa que foi engraçado domingo é que eu levei várias quedas, sem beber nadinha.

23.5.07

o canhoto de fato



bom, o que fizeram com a fotografia do neil gaiman e do douglas adams que está lá embaixo, exatamente, eu não sei. mas como eu fiquei bolado com o assunto, fui pesquisar, e descobri que o douglas adams realmente é canhoto. nessa foto, ele dá um mi maior camisão ao lado de robbie macintosh, que tocou no pretenders e com o velho mcartney. como eu sei que o robbie macintosh NÃO é canhoto, pois já o vi tocando várias vezes em vídeos (e no maracanã), conclui-se que que o douglas adams é.

22.5.07

z

hoje eu almocei com o ziraldo. isso mesmo, ziraldo alves pinto, mineiro de caratinga, o homem que nunca broxou, aquele que você conhece. ele veio a são paulo participar de um programa de televisão, e foi almoçar no estúdio do filho, que é onde eu trabalho hoje em dia. ao perceber que eu não como carne, ele comentou:

- ah, coitado. olha, isso não vai fazer nada melhorar na tua vida não, deixa isso pra lá.

e seguiu a me explicar como é o melhor jeito de matar uma galinha. eu confesso que fiquei tentado a abandonar minhas convicções ainda que momentaneamente e perseguir uma penosa na capoeira. já passou, sorte das galinhas que não passaram na minha frente. mas ele concordou que galinha de supermercado não tá com nada.

não pedi um autógrafo, porque eu já tenho, ele autografou 'o menino maluquinho' pra mim e pra malu num evento de lançamento do livro. mas pedi um autógrafo pra júlia pequena, e ele fez um maluquinho ali na hora. muito bom. contou piadas, e também imitou o hans donner. é bem verdade o que diz no livro, o menino maluquinho cresceu e virou um cara legal.

e júlia adorou o desenho, agora ela quer colorir.