8.5.05

é preciso

eu tenho amigos que são muito doidos, mas tem gente que é mais ainda.

opção a

opção b

6.5.05

expletive deleted

agora eu vou baixar música, software E filme de putaria

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The pot calling the kettle [expletive deleted]


The Recording Industry Association of America (RIAA) is getting desperate. Profits are declining, as popular music devotees in ever-greater numbers download songs from the Internet instead of buying CDs at the shopping mall. To try to stem the tide, the music industry has dropped prices, successfully had Napster closed down and filed hundreds of lawsuits against music downloaders. Now, it is gunning for the downloading software by fretting that it is being used to swap hard-core pornography. We sympathize with the victims of intellectual-property theft, but we are skeptical of the RIAA's sudden concern for the preservation of the innocence of youth. Today's pop music is a leading contributor to the corruption of children.
In complaining about technology used for swapping computer files, Sony Music Chief Executive Andrew Lack cried, "As a guy in the record industry and as a parent, I am shocked that these services are being used to lure children to stuff that is really ugly." The Sony Music boss was referring to child porn, but these same exclamations of outrage could be directed at the pornographic music lyrics his own company peddles to kids.
For example, we cannot even print the title of one song on the "Skull & Bones" album by the rap group Cypress Hill, which is a Sony act. And we cannot print most of the lyrics either. Part of the refrain from that unnameable song follows: "You're a [expletive deleted] [expletive deleted] hoe (Punk [expletive deleted] [expletive deleted]); You're a [expletive deleted] [expletive deleted] hoe; Don't touch the microphone; You're a [expletive deleted] [expletive deleted] hoe (Eat a [expletive deleted] [expletive deleted])." Minus the vulgarities, there is not much content left to this popular Sony Music song.
We bring up this latest example of the music industry's hypocrisy because Hollywood is now trying to enlist Congress in its fight to save its business. Legislation in both the House and Senate takes aim at file-swapping services, known as peer-to-peer networks. The House bill, sponsored by Pennsylvania Republican Rep. Joe Pitts and Louisiana Democratic Rep. Christopher John, would require parental consent for kids to use peer-to-peer networks, though it is not clear how such a law would be enforced or what technology could track file-swapping violations. The music industry sees this as a first step on the way to outlawing the technology.
The RIAA is having limited success in its justifiable efforts to crack down on music downloaders because there are serious legal and political debates over what constitutes copyright infringement. We hold to a hard line on the issue, and firmly believe that owners of intellectual property have a right to have their interests protected in law. But they should make their case honestly. Given the filthy language and images the music industry has spewed out over the past two decades, it is fatuous for record companies to pretend to defend traditional values when they are only defending their profits.

5.5.05

para onde esse mundo vai?

eu adoro buginganga, botão, fio, parafuso, ferramenta. o meu sonho de consumo agora é uma parafusadeira elétrica, depois que eu descobri, usando a do mr. mouse, que eu consigo montar e desmontar uma guitarra ou um baixo em muito menos tempo com uma nas mãos. na verdade, eu quero mesmo é uma com ponta pra chave allen, a porra toda. inclusive eu estou finalmente com um jogo de chaves allen pra regular as pontes dos instrumentos e tudo mais.

eu também adoro novidade, acho que o macmini é uma coisa linda, e se tudo der certo eu vou conseguir afinal de contas comprar o meu próprio powerbook em breve. estou muito curioso para ver que tipo de aparelhos vão surgir nos próximos anos para as pessoas verem dvds e ouvirem música em casa, tv digital, essas porras todas.

mas tem certas coisas, como diria falcão, que não se concebe. agora mesmo surgiu um negócio chamado o sutiã invisível. agora me expliquem pra que que serve um sutiã que não se pode ver, se a graça do sutiã é justamente perceber a sua presença ou ausência? aí você diz, pra poder usar blusa de alcinha, tomara-que-caia, frente única, etc.. e ai é que eu reforço o meu argumento: o bom mesmo é - no caso das blusas por exemplo - aquela confusão entre a alça da blusa e do sutiã, ou, melhor ainda, quando não há sutiã, o conjunto passa aquela sensação de liberdade e tudo mais.

e o pior é que o sutiã invisível parece com aquelas próteses que o cara usa quando não tem um braço ou uma perna. ou seja, na hora h, você tira a blusa, ou o tomara-que-caia, ou o vestido frente única super tchans da dona, e a primeira impressão que você tem é que o peito é de plástico. feito aqueles peitos falsos que a gente compra em loja de mágico. daí pra você achar que entre aquelas pernas há um instrumento aguardando a ordem de comando, é um pulo. vá de retro, satangôs.

4.5.05

purança

se você não tem preguiça de ler um pouco e aprender uns truques, você pode fazer barulhos bacanas e muito mais com essa versão do pure data que vai estar disponível nesse link por 7 dias. o software é grátis mesmo.

2.5.05

sempre de pouquinho

+ domingo eu estava conversando com marcos müller durante uma carona, e ficamos questionando o que acontece com cavalos quando eles morrem, e também o quanto eles pesam, quando vivos e também ao passar desta para melhor. ai eu consultei o meu amigo que entende tudo de cavalos, rodrigo schulze, e este me esclareceu que cavalos, ao morrerem, são normalmente enterrados, não em cemitérios de cavalos, como seria de se esperar dado o porte de tais animais, mas em qualquer lugar. entretanto, alguns jóquei-clubes possuem áreas especiais para sepultamento de equinos de corrida. quanto ao peso, schulze me informou que há cavalos com peso variando deste duzentos, trezentos quilos, até uma tonelada. inclusive é um bom mote para uma canção "o meu cavalinho pesa uma tonelada".

+ o show do badminton só não foi melhor porque 1. o london pub continua sendo o mesmo bar pão-duro de sempre, e não legalizaram nem um scotch bakula pra banda, 2. o som, como sempre no london, era uma bosta, 3. a banda principal, como sempre, tremeu nas bases e pediu pra gente tocar menos e finalmente 4. quando o show acabou a festa perdeu a graça e de qualquer forma eu tinha que ir pro lançamento do disco da nós 4.

+ com toda a minha assiduidade, eu vou escrever uma coluna sobre quadrinhos numa página do negão aí.

26.4.05

Ao vivo e a cores

Eu não vou ver a maioria dos meus grandes ídolos ao vivo. Quem sabe Neil Young ou o Ornette Coleman eu ainda consiga. Mas Groucho Marx, Charles Minguns, Jimmy Smith, nenhum desses vai rolar. Agora hoje eu fui presenteado com uma performance ao vivo e a cores de REINALDO BELO, o velho de Petrolina, na frente da minha casa. Emocionante. Confesso que vieram-me lágrimas aos olhos quando ele mandou ver os bordões mais clássicos da sua carreira radiofônica. Tão bom, josé...

25.4.05

Diana Meira, Diana Meira, Diaaaaaaana Meira eu estou aqui.

+ Toda vez que eu pego uma ficha pra esperar alguma coisa, eu penso onde nós estaríamos se não fosse a burocracia.
+ Mesmo quando você não sente gosto direito, sorvete de pistache é bom.
+ O cara liso, ele não apita em canto nenhum.

20.4.05

desaparecido, mas nem tanto

os leitores espertos deste espaço já devem ter se dado conta de que, quanto mais próximo eu estou do final de um disco, menos eu passo por aqui. é verdade mesmo.

14.4.05

a saga do passaporte, dia 3

a minha tentativa de renovar o meu passaporte está parecendo aquela piada, um dia falta ficha, no outro falta passaporte, e assim por diante. hoje eu consegui uma ficha. 89. tá na vinte. vou passar o dia enrolando e esperando. trouxe livro, e outros entretenimentos. mas se sair ainda hoje eu tou feliz.

10.4.05

10 coisas que sempre me deixam feliz

+ Eu sempre fico feliz quando ouço Rocks Off - no caso, a versão original no Exile on Main St.
+ Eu sempre fico feliz quando eu vejo a minha filha, mesmo quando ela está doente.
+ Eu sempre fico feliz quando eu me deito e posso dormir muito.
+ Eu sempre fico feliz quando eu como bomba de chocolate ou mil-folhas. Mesmo que estes não sejam essas coisas todas
+ Eu sempre fico feliz quando finalmente me pagam.
+ Eu sempre fico muito feliz quando descubro algum cantor muito bizarro.
+ Eu sempre fico feliz quando tomo sorvete.
+ Eu sempre fico feliz quando termino de ler um livro, mesmo que este seja ruim.
+ Eu sempre fico feliz quando a ressaca passa.
+ Eu sempre fico feliz quando vejo desenho animado.

7.4.05

Don't open the doors when the red light's on

Estamos adiantados no processo de gravação do mellotrons. Já gravamos todas as baterias, precisamos conferir os baixos e editar as baterias para começar a gravar as guitarras. Isso em três dias, o que qualquer amigo seu que trabalha com isso vai confirmar que é um rendimento super-bacana.

Depois do estúdio eu fui com Felipe e André conhecer a casa de Gerardo e Micheline, em BV, uma visita que devíamos há tempos ao casal, e ouvir o material que Felipe captou para o próximo disco do Badminton, que se a gente conseguir arrumar algum tempo pra se encontrar, vai ficar do cacete mesmo.

Esse disco a gente vai gravar ao contrário. Felipe já gravou as músicas mais ou menos na forma definitiva, com andamento e tudo mais. Ai a gente vai gravar o que faltar, inclusive de repente umas baterias. Não vai ser ainda o Pet Sounds do Badminton, mas acho que vai ficar muito legal.

30.3.05

drogas pra que te quero

as pessoas falam muito de drogas ilícitas, mas as minhas melhores lombras até hoje foram com drogas que eu tomei no hospital.

29.3.05

Discoteca Cerebral

O choque reacende
reanima as baterias
do boticlei
getch-goreu
getch-goráu

Descarga elétrica
butico a granel

Got motor

Desde ontem eu sou o feliz proprietário de um Fusca 72 azul-metálico. Parece mesmo um bezouro. Ainda não pensei num nome para batizá-lo. O óbvio Trovão Azul já se aplica ao fusquinha azul do amigo rabequeiro Cláudio. O Falcão Milenar já era o velho Escort-bala, então não dá pra chamar dois carros com o mesmo nome. Já já aparece.

O bichinho está bem de cima, dado que é um carro mais velho do que eu. O motor está totalmente operacional, e depois de uma boa limpeza de carburador vai ficar melhor ainda. Aos poucos eu vou dando um grau. A primeira coisa que precisa fazer é dar uma boa alinhada e balanceada nos pneus, e comprar um pneu de reserva. Precisa de uns graus na parte elétrica, pra acenderem as luzes do painel, e o toca-fitas funcionar. Hoje em dia dá pra ter toca-fitas no carro sem se preocupar com roubos.

De resto, é ir mexendo de pouquinho em pouquinho. Eu queria achar dois pára-choques antigos, porque o pára-choques dele é modelo 80, e eu não curto tanto quanto o modelo mais antigo. Mas isso são detalhes. O importante é que o bichinho roda.

27.3.05

Canastrice

Ontem eu e Júlia despertamos em nós mesmos um mal sem precedentes. A compulsão por jogar Canastra, aka Tranca ou Buraco Bossa-Nova. Preparem-se.

23.3.05

Os 10 baixos mais importantes da história que eu quero ter

Ontem eu estava pensando que eu nunca falei muito sobre baixos aqui no meu blog, se é que eu já falei alguma vez. Então eu resolvi delimitar o universo aos 10 modelos que eu considero fundamentais, e também os mais desejados pela minha pessoa. Então vamos ao momento Bass Grinder do quadrifonia:


1 - Fender Precision - é O baixo elétrico, né? Inclusive eu tenho um, e quando puder comprarei outro, igualmente setentão e dessa vez canhoto.
2 - Fender Jazz Bass - é O OUTRO baixo elétrico mais importante da história da humanidade. Assim como a sua guitarra irmã, a Jazzmaster, não foi um instrumento que se consagrou no meio do Jazz, apesar do nome. O único baixista de jazz a usar um Fender Jazz foi Jaco Pastorius. Já no reggae a coisa é diferente...
3 - Music Man Sabre - O terceiro membro da santíssima trindade do Leo Fender. 90% dos baixos que já foram gravados no mundo foram gravados com um desses três modelos, uns 2% foi gravado com os dois próximos, e os 8% restantes com imitações. O sabre tem uma resolução no médio grave que Leo Fender penou, penou, e só resolveu mesmo na Music Man.
4 - Rickenbacker 4003 - Um baixo essencialmente de rock, usado e abusado pelo Paul McCartney - que ganhou o dele de graça, por sinal.
5 - Steiberger L-series - Aquele quadradinho, preto, sem mão. Ache feio quem quiser, mas pra reggae e similares ou é ele ou é o Fender Jazz.
6 - Gibson EB`s - O irmão baixo da Les Paul SG, disponível em modelos com um ou dois captadores. Eu tenho uma réplica do EB-0 da Epiphone, que nesse momento, pra variar, eu não faço idéia de onde esteja. O modelo EB-2, por sua vez, é o irmão baixo da ES-355, semi-acústico, e um modelo que, apesar de não ser consagrado, eu também gostaria de possuir.
7 - Gibson Thunderbird - Outro modelo estritamente roqueiro para todas as idades, muito usado pelo Mike Watt ao vivo e em estúdio, e também pela Kim Gordon.
8 - Hofner Violin - provavelmente o baixo mais famoso do mundo, e vocês obviamente sabem o porquê. Não tem um som cheio, nem necessariamente bonito, mas peculiar. Hoje em dia tem um doido em Chicago que faz réplicas exatas do baixo e do circuito, que soam muito bem e são muito baratas. Baixo hofner por baixo hofner, existem outros modelos mais interessantes, mas muito difíceis de achar por aí.
9 - Alembic Series I - Um baixo muito bom que serviu de paradigma pra gerações e gerações de baixos sem graça - Fodera, Pedulla, modelos chatos da Yamaha e assim por diante - é o baixo oficial do Stanley Clarke e do Mark King. O Bi Ribeiro tinha um cor-de-rosa, que foi parar na mão do Formigão do Planet Hemp. O meu, quando eu tiver cacife pra isso, eu vou mandar fazer de oito cordas, ou talvez um fretless, mas sem LED acendendo no braço, que isso é o fim.
10 - Baixos Ampeg e Ovation - Provavelmente os dois pés-de-cobra mais desejados por este que voz fala e por muitos baixistas por aí. Ambos foram cancelados pelos seus fabricantes por não terem sido sucessos comerciais. O Ampeg, semi-acústico, foi comercializado no fim dos anos 60, aparentemente. Já o Ovation, de corpo sólido, provavelmente dançou pois a Ovation se consagrou com instrumentos acústicos eletrificados. Pra quem nem imagina do que se trata, um baixo ampeg aparece claramente no clip de "Remedy" do Black Crowes. O Nando Reis tem um, que eu já vi em clipes, tb. Já o baixo Ovation pode ser visto em vídeos do começo da carreira do Sonic Youth, quando o Thurston tocava baixo e a Kim tocava guitarra. Qualquer coisa peçam o vídeo emprestado pra Yellow ou pra Gomão. Quem também usa um baixo Ovation é o Jah Wobble, mas eu nunca vi foto dele com um.

22.3.05

A precariedade é um fato na cena musical recifense

Eu acabei de enunciar esse postulado, digamos assim, numa conversa pelo msn - de fato eu uso o Adium, que trava menos e integra diversos meios de mensagens instantâneas como o ICQ e o yahoo! messenger num só programa, mas de fato estamos conversando via msn - com Tomaz, do conjunto musical profiterolis, e me dei conta de que isso é realmente uma verdade, e que não se restringe à nossa cena local citadina. Além de servir para todo o estado, se aplica também às cenas musicais vizinhas, a paraibana, a potiguar, a alagoana, a sergipana, e em alguns casos mesmo o cenário musical bahiano sofre com a precariedade estrutural básica. O que é quase o inverso de alguns lugares no exterior, onde a estrutura existe e a música é uma merda. Ou seja, é melhor ser assim do que ser ao contrário, o que, por si só, também é uma afirmação cheia de verdade. Porque se a gente fosse ao contrário ia ser muito mais fácil ter pneumonia.

14.3.05

Gripe é sempre gripe

Sábado à noite, na verdade, eu acho até que antes disso, talvez, sexta, quem sabe, eu comecei a suspeitar que ia ficar gripado, sentido algumas dores no corpo, então o nariz começa a escorrer e lá vamos nós de novo. Eu provavelmente já comentei aqui que eu já fiquei muito doente na minha vida, especialmente de coisas que envolvem as vias aéreas superiores e também o pulmão. Eu tive pneumonia mais de uma vez, e uma delas foi dupla, inclusive.

Eu fiquei um pouco feliz com esse acontecimento, não por estar gripado, mas por não me lembrar quando eu tinha ficado gripado pela última vez, o que quer dizer que faz algum tempo, então. Obviamente, a gripe está diretamente relacionada ao excesso de trabalho nas últimas semanas, a insistência de alguns setores da sociedade em não me pagar, a má-alimentação decorrente do excesso de trabalho, todas essas coisas que eventualmente acontecem na minha vida e consequentemente me deixam gripado.

Entretanto, não deixa de ser uma boa maneira de começar as minhas mini-férias, que devem ocupar a maior parte das próximas duas semanas. Pelo menos eu passei um dia inteiro em casa sem fazer nada. Eu particularmente gostaria muito de poder pegar um avião e me mandar pra alguma ilha do caribe e passar dois meses longe de telefone, televisão, internet e meios de comunicação quaisquer. Afinal de contas, se o mundo ainda não acabou, não é agora que ele vai acabar, e se acabar, eu realmente prefiro já estar numa ilha deserta mesmo.